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Preço e localização entram fácil na conversa quando o assunto é escolher a sede da empresa. Segurança, quase sempre, só aparece depois de um problema. Levantamentos recentes mostram que isso tem custo real, e que vale a pena perguntar antes de assinar, não depois.

Segurança tem custo para quem não se prepara

Uma pesquisa da FecomercioSP com 500 empresas do comércio paulista, de 2026, mostra o tamanho do problema: 38% das empresas foram afetadas por questões de segurança nos últimos 12 meses, e 63,4% apontam furto e roubo como a principal preocupação. Entre as empresas afetadas, 54% tiveram como consequência direta o aumento dos gastos com segurança — e quase 1 em cada 4 (24,8%) viu o fluxo de clientes cair por causa disso. Hoje, apenas 44,2% dos empresários paulistas consideram o entorno do próprio negócio seguro.

O movimento não poupa nem os endereços mais valorizados. Em Campinas, o Cambuí — um dos bairros com m² mais caro da cidade — registrou 218 ocorrências de furto e roubo entre janeiro e abril de 2026, alta de 6,3% frente ao mesmo período de 2025, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. Não é sobre alarmismo: é sobre entender que segurança não é automática em nenhum endereço — precisa ser verificada, item por item, antes de fechar contrato.

A pergunta que toda corretora ouve

“Depois do preço, é a pergunta que mais aparece”, conta Silvia, corretora de imóveis corporativos em Campinas, que acompanha de perto empresas em busca de uma nova sede. “Cliente pesquisa localização, mas logo quer saber de segurança. Não é frescura — é o que garante que a operação continue funcionando sem sobressalto.”

Pela experiência dela, esse tipo de pergunta costuma se repetir — e vale a pena o empresário levar pronta na hora de visitar um condomínio.

O checklist que ela recomenda

“Pergunto sempre se o monitoramento é 24 horas e cobre todo o perímetro, não só a portaria”, diz Silvia. Em condomínios como o AlphaVille Empresarial, por exemplo, as câmeras cobrem toda a área do condomínio — é esse tipo de resposta que ela costuma buscar.

“Segurança armada com ronda ativa faz diferença de verdade, não é só simbólico”, afirma. No AlphaVille Empresarial, isso já faz parte da rotina, junto com o monitoramento.

“Para quem viaja muito a negócio, chego a perguntar sobre heliponto — parece detalhe, mas pra quem usa, não é”, comenta. O AlphaVille Empresarial tem um, com capacidade para 4 toneladas, a maior da região.

“Dá pra perceber em cinco minutos de visita se o condomínio é bem cuidado ou só bem vendido”, diz Silvia. É um dos pontos que ela mais ouve elogio de clientes que já estão instalados no AlphaVille Empresarial.

“Empresa cresce, e trocar de endereço tem custo — prefiro indicar um lugar que já tem espaço pra isso”, explica. No AlphaVille Empresarial, a variedade de metragens num só condomínio permite crescer sem precisar sair do lugar.

“Hoje, sustentabilidade também entra na conversa, principalmente com empresa que tem pauta de ESG”, completa. O AlphaVille Empresarial opera com painel fotovoltaico e veículos de monitoramento elétricos.

Por que vale perguntar antes, não depois

Um contrato de sede costuma durar anos. Segurança e estrutura que parecem detalhe na hora da assinatura viram problema — ou economia — muito depois, quando trocar de endereço já não é simples. “Esse roteiro de perguntas não substitui uma visita”, resume Silvia. “Serve pra chegar nela sabendo exatamente o que observar.”

Quer ver de perto como o AlphaVille Empresarial responde a cada um desses pontos? Agende uma visita.

Perguntas frequentes

Que tipo de segurança o AlphaVille Empresarial oferece?

Monitoramento 24h com câmeras em todo o condomínio, segurança armada e rondas motorizadas.

O AlphaVille Empresarial tem heliponto?

Sim, com capacidade para 4 toneladas — a maior da região.

O condomínio tem alguma iniciativa de sustentabilidade?

Sim: painel fotovoltaico e veículos de monitoramento elétricos fazem parte da estrutura.